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OPINIÃO: Jerusalém, Capital do Estado de Israel

Foto: arquivo pessoal 

Tenho ouvido tanta tolice e asneira da imprensa dessas grandes mídias quanto a questão de Israel, do Oriente Médio e Jerusalém, que dá dó em perceber o desconhecimento geopolítico, a ignorância histórica e a desonestidade desse jornalismo. Percebe-se que a grande maioria dos âncoras são somente marionetes que repetem (como verdadeiros papagaios) o texto de algum comentarista doutrinado nessas USPs de Jornalismo da vida.

Só quem esteve em Israel, andou pelas ruas e setores de Jerusalém sabe que aquele país é um dos melhores exemplos de democracia, direito às liberdades e convívio pacífico em meio à enormes diferenças culturais e religiosas. Israel, um Estado Soberano permite em seu próprio território aos cidadãos que não querem a cidadania israelense, coexistir, conviver, trabalhar, ir e vir sem qualquer problema. Repito, sem qualquer problema! Só há problema quando um maluco palestino esfaqueia ou atropela propositadamente um grupo de transeuntes inocentes.

E para quem não conhece a geopolítica da região, os "palestinos" tem seu próprio território na "Faixa de Gaza" e na "Cisjordânia" (longe pra dedeu de Jerusalém e a mesma fica fora de "seu" território). Eles são um "Estado independente" (não reconhecido oficialmente por órgãos internacionais, apenas admitidos) dentro de um outro País (reconhecido oficialmente). Apesar disso o Estado de Israel permite sua coexistência. Isso seria impensável em 'qualquer' outro lugar do mundo.

É como se você tivesse em sua casa uma pessoa que você quis adotar como filho, lhe houvesse oferecido direito e herança, e ele não quisesse ser seu filho porque não gosta de você. Mas, ao mesmo tempo, ele não quisesse deixar de morar em sua casa. E ele dissesse que a casa agora é dele. E ele abrisse sua geladeira, comesse de sua comida, assistisse sua televisão com o pé na mesa de centro... e como não bastasse, exigisse que você cedesse seu quarto suíte e sua cama king-size para ele. E se, por acaso, você não cedesse ao que ele exigia, o cabra ameaçasse explodir SUA casa. É mole isso? E tem mais, como se isso não bastasse, você ter que ouvir da vizinhança que você é quem está errado por não atender as exigência do ingrato?

Querer que Jerusalém seja a capital de um "possível futuro país" que se chame Palestina, seria o mesmo que o Estado de Alagoas requerer a cidade de Recife para sua capital. Se a idiotice midiática não entender, eu posso desenhar.

Agora, imagine... a ONU e os países Europeus, temendo as AMEAÇAS da comunidade muçulmana, condenar a decisão do atual Presidente Americano de cumprir uma decisão soberana tomada pelo Congresso americano em 1995 de reconhecer Jerusalém como Capital de um país soberano, Israel, que os presidentes anteriores não tiveram a hombridade de executar a decisão (por "medinho das ameaças terroristas" apoiadas por países muçulmanos). Isso seria o mesmo que dizer que o Governo de Juscelino não tinha poderes para escolher onde seria sua Capital Federal. Ora, vai chupar meia.

PS: E me desculpe a ignorância teológica preconceituosa de plantão, isso nada tem a ver com escatologia dispensacionalista. Não me venham com antissemitismo evangélico/religioso. Esse povo já pagou um preço muito alto. O Estado de Israel, seu povo, tem o meu respeito, apoio e solidariedade. Pois, ainda que eles mesmos não admitam (O que lamento profundamente), eles nos deram (pelos eternos propósitos do único Deus verdadeiro) o Yeshua Hamashia, JESUS, o Messias SALVADOR do mundo.

Cláudio Henrique Albuquerque


Sobre o autor: 
Doutorando em Teologia Histórica pelo Greenville Presbyterian Theological Seminary na Carolina do Sul, EUA; Th.M em História do Cristianismo pelo Centro de Pós Graduação Andrew Jumper da Universidade Mackenzie, São Paulo, Brasil; Especialização em Aconselhamento Noutético pelo Redeeo do Norte, Recife-PE; Docente do Depto. de Pós Graduação do BETEL; Pastor da Primeira Igreja Presbiteriana do Recife.
Caco Pereira Comunicação & Consultoria. Tecnologia do Blogger.