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As mudanças e o risco de dissidência no PROS




As mudanças no comando do Partido Republicano da Ordem Social - PROS,  devem promover uma debandada de filiados da legenda. Isso porque, sob o comando do empresário André Amaral, pai do deputado de mesmo nome, dificilmente o partido apoiará o projeto liderado pelo Governador Ricardo Coutinho e que deve ter João Azevedo como candidato ao governo do estado.

Cristiano Possidônio, que foi vice-presidente do partido na Capital e é suplente de vereador, falando ao CANAL DO POVO foi bastante duro em sua avaliação do momento do PROS. “Sinceramente, o partido não existe na capital e muito menos em âmbito estadual. Precisamos procurar um rumo, se quisermos fazer política partidária. Não vejo nenhum futuro no partido sob o comando de André Amaral”.

Para Cristiano, haverá sim uma enorme debandada, pois os suplentes e demais filiados não têm recebido informações, nem são consultados sobre os rumos que o partido deve tomar. “Tudo foi modificado em um ‘acordão’, sem que a gente fosse sequer consultado, sem ouvirem nossa opinião. Falta respeito com quem vinha ajudando a construir o PROS na Paraíba.”, disse.

OS DEPUTADOS

CANAL DO POVO buscou contato com os deputados Lindolfo Pires e Trócolli Junior para ouvi-los quanto ao posicionamento. Lindolfo foi tácito em sua resposta. “Vou sair do partido em. Estamos apenas definindo para onde vamos. Em março definiremos”, afirmou. 

O deputado  Trócolli Junior não respondeu nossas ligações. 

A NOVA LIDERANÇA

O empresário André Amaral disse que ao aceitar o convite para ingressar e liderar o PROS recebeu carta branca para tomar as decisões quanto aos rumos do partido. Amaral ainda informou que há uma determinação de que os candidatos a deputado estadual do partido apoiem os candidatos a deputado federal também da legenda. “É natural que seja dessa forma. Queremos fortalecer o partido e esse é o caminho acertado. Essa é uma decisão da Nacional e eu a acho muito justa”, ponderou.

Amaral afirmou ter sugerido que o deputado Lindolfo Pires saísse candidato a deputado federal e que Trocolli o apoiasse, mas que não obteve resposta por parte do convidado. “Lindolfo tem um grande densidade eleitoral e poderia sim ser um de nossos candidatos a federal. Depende dele. Ele ainda não me deu respostas”.

Sobre a possibilidade de seu filho filiar-se ao PROS Amaral foi bem direto: “Por falta de convite ele não deixa de vir. Eu o convido todos os dias. Mas ele é independente, está realizando um excelente trabalho, sabe o que está fazendo e no momento certo decidirá”, disse.


Da Redação

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