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Acordo nacional com PSB pode extinguir candidatura do PT na Paraíba




PSB deve desistir de candidatura em Minas para apoiar Pimentel (PT), e PT de Marília Arraes em Pernambuco para apoiar Câmara (PSB)

O Partido dos Trabalhadores (PT) deve definir no próximo dia 26 se lança candidatura própria ou apoia uma candidatura, se depender de um acordo que está sendo costurado no cenário nacional de PT e PSB, o partido deve mesmo apoiar a candidatura de João Azevêdo (PSB).

De acordo com reportagem veiculada no Estadão, versão digital do jornal Estado de São Paulo, o acordo entre PT e PSB nacionalmente pode solucionar a questão. O acordo é: garantir que os ambos os partidos consigam reeleger seus governadores em Minas Gerais e Pernambuco.

Para isso, os socialistas desistiram de lançar o nome de Márcio Lacerda na disputa mineira e apoiariam à reeleição do atual governador Fernando Pimentel (PT). Em Pernambuco, a petista Marília Arraes abriria mão da candidatura e apoiaria o desejo de Paulo Câmara (PSB) de continuar no comando do estado. Neste acordo também estaria a Paraíba, onde o PT desistiria da ideia de ter um candidato ao governo e fecharia apoio ao nome de João Azevêdo.


PT e PSB negociam acordos regionais para tentar garantir a reeleição dos seus governadores em Minas e Pernambuco. O pacto passa pelo PSB desistir de lançar a candidatura de Marcio Lacerda ao governo mineiro para apoiar o petista Fernando Pimentel. Em troca, o PT abriria mão de disputar os governos de Pernambuco e da Paraíba. Nesses Estados, o partido apoiaria a reeleição do governador Paulo Câmara e de João Azevêdo, respectivamente, ambos do PSB. Para isso, o PT limaria a candidatura de Marília Arraes e não lançaria nome próprio na PB.

Na mesa. Paulo Câmara (PSB) e Pimentel (PT) jantaram, ontem, em Pernambuco. O prato principal foi o acordão em torno da reeleição dos dois. A maior dificuldade é o PT convencer Marília Arraes a desistir da candidatura. O movimento será de cima para baixo.

Chama reforço. Dirigentes do PSB acham que tirar Marcio Lacerda da disputa será mais fácil. A ele será oferecida vaga de senador na chapa de Pimentel. Outra alternativa é o PSB indicá-lo como vice na chapa do presidenciável Ciro Gomes (PDT).

O novo. Guilherme Afif, que diz ter recebido dos deputados federais do PSD sinal verde para manter a candidatura ao Planalto, é contra a tese de nome único do centro. “Seria a união do status quo.” Além disso, “MDB, PSDB e DEM têm a marca da Lava Jato, o que o eleitor rejeita”, afirma.



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