Morre em João Pessoa o escritor e jornalista Biu Ramos




O jornalista e escritor Biu Ramos morreu hoje, aos 79 anos, em João Pessoa. O falecimento foi divulgado às 19h pelo Hospital Memorial São Francisco, onde o jornalista estava internado.

Biu Ramos foi colunista de política, com passagem por vários veículos de comunicação na Paraíba e também na mídia nacional, entre os quais Folha de São Paulo e Jornal do Brasil.

Um dos mais respeitados profissionais do jornalismo, ele também trilhou longo caminho na literatura, autor de livros e reportagens que marcaram a mídia paraibana. 

Biu Ramos ainda exerceu cargos públicos, entre eles a Secretaria de Cultura do Estado, na gestão de Tarcísio Burity, e a Superintendência do jornal A União e da rádio Tabajara.

Nota Governo do Estado
O Governo do Estado da Paraíba, por meio da Secretaria de Comunicação Institucional, vem externar profundo pesar pelo falecimento do jornalista e escritor paraibano, Biu Ramos. Ao tempo em que presta a mais singela e merecida homenagem a um dos jornalistas mais talentosos e respeitados da Paraíba.
Dono de uma conceituada carreira de repórter investigativo, Biu Ramos apurou e escreveu sobre alguns dos capítulos mais importantes da história do nosso Estado, deixando, em jornais e livros, reportagens que mantêm vivo um passado recente da trajetória marcante de nossa gente.
Além disso, ocupou cargos públicos, entre eles as direções do Jornal A União e da Rádio Tabajara e a Secretaria Estadual de Cultura, servindo ao povo, e contribuindo com a cultura do nosso Estado. É um exemplo a ser seguido por esta geração e as vindouras.
O Governo do Estado expressa ainda o desejo que os amigos e familiares de Biu Ramos sejam confortados neste momento de perda, e que seu legado possa servir como alento para preencher o imenso espaço deixado pela partida física do eterno repórter.

Nota da PMJP
A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) lamenta a morte do profissional de imprensa que se tornou exemplo para várias gerações. Severino (Biu) Ramos nasceu em Santa Rita e ingressou no jornalismo aos 17 anos se destacando pelos textos impecáveis e pela personalidade altiva e marcante, traçando uma trajetória que orgulhou o nosso Estado.
 
Biu Ramos foi um dos nomes mais brilhantes nas redações dos principais jornais do Estado e do País, se destacando também na literatura política e em revistas de circulação nacional. 
 
Que Deus abençoe e conforte o coração dos amigos e familiares neste momento de dor e tristeza.


Nota da ALPB
A Assembleia Legislativa da Paraíba externa profundo pesar pelo falecimento do jornalista e escritor Severino Ramos, neste sábado (28), aos 79 anos, em João Pessoa.
Ao longo da sua vida, Biu Ramos foi um profissional de grande projeção, autor de livros e reportagens que marcaram época na imprensa e que deixaram seu registro na história da Paraíba. 
“É com imensa a tristeza que recebemos a notícia da partida de Biu Ramos. Jornalista talentoso, de escrita profunda, deixa um legado de ética e compromisso com a verdade. Neste momento de profunda dor nos solidarizamos com parentes e amigos”. 



Nota da CMJP:

A Mesa Diretora da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) emitiu uma nota de pesar, na noite deste sábado (28), lamentando a morte do jornalista paraibano Biu Ramos, 79 anos.
Biu faleceu neste sábado. Ele estava internado em um hospital particular de João Pessoa onde deu entrada há cerca de 10 dias com um quadro de pneumonia.
Confira a nota:
É com profundo pesar que a Mesa Diretora da Câmara Municipal de João Pessoa vem a público lamentar a morte de um dos nomes mais importantes do jornalismo paraibano, o jornalista e escritor Severino (Biu) Ramos.
Dono de um texto irretocável e personalidade marcante, Biu Ramos nos deixou aos 79 anos, após vários dias internado no hospital Memorial São Francisco, em João Pessoa, para se tratar de uma pneumonia.
Biu Ramos é um dos maiores nomes do jornalismo paraibano. Começou na redação do Correio da Paraíba em 1954 e teve papel fundamental na elucidação do assassinato de João Pedro Teixeira, líder das ligas Camponesas na década de 60. Foi colunista político, correspondente de jornais como Folha de São Paulo e Jornal do Brasil, Secretário de Cultura no governo Tarcísio Burity, superintendente do jornal A Uniao e e da Rádio Tabajara.
Diante da triste notícia, a Casa Napoleão Laureano se solidariza com toda família do jornalista neste momento de dor.





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