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Bolsonaro sugere envolvimento do PT em caso do WhatsApp





O candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, disse neste domingo, 21, que não tem amizade com empresários e sugeriu a possibilidade de alguém ter sido instigado pelo PT e contratado empresas para disseminar notícias falsas para então jogar a culpa nele.

"Não tenho amizades com empresários e nunca pedi isso a empresários", disse o candidato em relação à denúncia envolvendo a disseminação de notícias falsas por milhares de grupos de WhatsApp que estariam sendo impulsionados em seu nome. "O que pode acontecer, talvez, é algum empresário instigado pelo PT ter feito isso aí para jogar a culpa em cima de mim", acrescentou Bolsonaro durante entrevista publicada em seu Twitter.

Bolsonaro emendou dizendo que não possui qualquer ingerência, nem recursos para pagar empresas. Em relação à sua recusa de participar de debates, afirmou que não debaterá com seu oponente, o candidato pelo PT, Fernando Haddad, porque "ele (Haddad) não vai ter autonomia caso seja presidente para nomear uma pessoa mais humilde de seu gabinete", alegando que quem estará por trás de suas decisões será o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava Jatopor corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Ele afirmou que, por conta de sua saúde, não pode participar de atos públicos. "Estou acompanhando os atos e meu coração está com todos vocês! Muito obrigado e que Deus os abençoe!", acrescentou.

Bolsonaro não tem participado de atos públicos e tem limitado entrevistas para a imprensa, que faz uma nova rodada de sabatinas com os candidatos que passaram para o segundo turno da corrida presidencial. Amanhã, dia 22, por exemplo, às 22 horas, o programa Roda Viva, da TV Cultura, entrevista, ao vivo, o candidato à Presidência Fernando Haddad (PT) e seu oponente, embora tenha sido convidado, optou por não comparecer.

Fusão de ministério

Ele reafirmou que, se eleito, pretende fundir os ministério do Meio Ambiente e da Agricultura, desmentindo informações de que estaria revendo a junção. "Até o momento está garantida esta fusão. O ministro será indicado pelo setor produtivo, logicamente que a bancada do agronegócio terá seu peso nessa indicação." Segundo o candidato, a ideia deu certo em países que juntaram essas duas pastas. "O que não podemos continuar é com dois ministérios antagônicos".





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