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Estádio do River é interditado e final adiada para domingo fica em risco




O estádio da final da Libertadores da América entre River Plate e Boca Juniors, o Monumental de Núñez, foi interditado após ataque ao ônibus do Boca na chegada ao palco da partida neste sábado (24), adiada depois de mais de duas horas de espera. Com a interdição do Monumental de Núñez, a partida remarcada para domingo (25), às 18h (de Brasília) pode estar em risco novamente, já que um novo palco terá de ser escolhido pela Conmebol em menos de 24 horas. 

A informação foi confirmada pelo diretor da Agência Governamental de Controle do Governo da cidade de Buenos Aires, Ricardo Raúl Pedace, em entrevista ao canal TyC Sports.

"Se tivesse sido uma medida de segurança que necessitasse de uma solução do clube, teria que esperar. Mas como isso é excesso de capacidade e obstrução de vias de saída se pode solucionar na hora", disse Pedace.

O River Plate terá que providenciar segurança no acesso ao estádio e pagar uma multa para que o estádio seja liberado para a final da Libertadores.

Alertada sobre a interdição do Monumental, a Conmebol informou que não pensa em um plano B para este domingo. A final seria disputada em outro estádio na próxima semana.

Ao mesmo tempo, a Conmebol articula nos bastidores, junto ao poder público, a liberação para este domingo.

Secretário de segurança admite falha

O secretário de segurança da capital argentina, Marcelo D'Alessandro, admitiu ao TyC Sports que houve falha na escolta feita ao ônibus do Boca Juniors, atacado por torcedores do River Plate.

"É evidente que houve uma falha na segurança. Vamos investigar e teremos um relatório sobre isso para que os que não cumpriram seus deveres, cuidar da chegada do time ao estádio, sejam responsabilizados.

Presidente do River pede para que estádio não seja fechado

O presidente do River Plate, Rodolfo D'Onofrio, contou ao jornal Olé que pediu para o presidente do Boca Juniors interferir para que o estádio não fosse interditado.

"Quando estávamos conversando sobre suspender a partida, eu pedi ao Angelici (Daniel Angelici, presidente do Boca): 'Você é próximo às autoridades da prefeitura que eu não sou'. Eu pedi para que ele não faça nada estranho e que nos garanta que nada proíba que a gente jogue em nosso estádio com nossa torcida", disse.






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