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Sessão da Câmara tem confusão e empurra-empurra entre vereador e guardas municipais




Guardas municipais forma até a Câmara de João Pessoa na manhã desta quarta-feira (14) exigir a votação de um Projeto de Lei em benefício da categoria. O relator do projeto, vereador Dinho (PMN), disse que por também ser relator da LOA não teve tempo de dar um parecer do projeto e a confusão começou.

De acordo com o presidente do Sindicato da Guarda Municipal, José Luiz, a categoria foi enganada, pois teria sido avisada que o projeto seria votado na semana passada e que o presidente da Câmara orientou que fosse adiado para esta quarta-feira. "A categoria está mobilizada, almejando a aprovação e houve adiamento. O projeto está na casa há mais de três meses", disse.

Houve empurra-empurra e a confusão quase acaba em pancadaria. O vereador Dinho disse que teve conhecimento que o projeto foi para sua relatoria nesta terça-feira (13), mas que ele estava relatando a LOA e não foi ao seu gabinete. "Hoje eu recebi o presidente do Sindicato, ele pediu para eu agilizar o projeto, mas para fazer isso eu tenho que dar um parecer que eu não tinha. Não tinha dificuldade de dar no próprio plenário, mas o projeto nem em pauta para ser votado estava. Então se inflamaram os nervos de todos", disse.

Dinho afirmou que tem carinho pela categoria, mas que não iria aguentar pressão. Ele negou que tenha havido agressão, alegando que apenas os ânimos estavam exaltados, mas que já tem experiência com isso na Casa. "Não tenho medo de intimidação de ninguém e não tenho dificuldade de dar o parecer, para depois o projeto ir para a Comissão de Finanças, mas eu não posso em menos de 24 horas, por conta de pressão, extrapolar os prazos regimentais", afirmou.

A vereadora que também estava no meio da confusão, afirmou que violência não se resolve com violência e que pediu para o vereador Dinho não sair para encontrar com os guardas. "As pessoas estão lutando, estão nervosas. Quando alguém está em luta e vem nos provocar, a gente ignora. Ele tinha dito que daria a relatoria verbal, mas quando começaram os gritos, ele se sentiu ofendido", afirmou.






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