Em entrevista, prefeito de Pocinhos aponta ‘herança maldita’ deixada pela ‘gestão Galdino’




Uma das entrevistas mais esperadas da região, neste sábado(10), no programa Se Liga PB, da Rádio Cidade AM 1310, alcançou grandes números na internet. Durante a conversa com o prefeito de Pocinhos, Cláudio Chaves(PTB), foram registrados mais de 200 compartilhamentos na transmissão ao vivo no facebook.

O gestor enfatizou que literalmente “pegou uma herança maldita”, quando assumiu o município em 2013, devido ao grande número de obras inacabadas, com recursos que foram gastos, além de mais de R$ 800 mil em dívidas com a previdência. Ele se referiu a algumas críticas feitas pelo ex-prefeito e atual presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino, sobre possíveis obras que estão sem a devida manutenção.

Sobre a estrutura do estádio municipal ‘O Galdinão’, Cláudio pontua que está reformando parte da estrutura, e que consegue fazer, mesmo sem receber nenhum apoio do governo do estado. “A crise é grande, estamos fazendo em lençol curto”, disse, além de salientar que parte da estrutura da praça central está sendo recuperada.

Quem ajudar Pocinhos, eu digo que ajudou. Agora quem não ajudar, eu digo que não ajudou. Eu sempre disse, que na hora que quiser me chamar para conversar com o governador, para conseguir algum benefício para Pocinhos, eu não digo nem que vou pensar, só digo para marcar a hora e o dia”, desabafou.

“Eu cuido de Pocinhos não é com obra de Cláudio não, ou com adversário não, é com Pocinhos. É diferente, quando fazemos as coisas, é para a população”, completou.

PRÉDIO DO IPASE

Cláudio pontuou uma série de obras deixadas pela gestão Arthur Galdino, em que foram deixados os recursos financeiros empenhados, mas que foram gastos sem a obra sequer ter sido feita, a exemplo do auditório-teatro e a estrutura do Colégio Padre Galvão. O prefeito lamentou que a gestão tenha sido responsável por “botar abaixo” o prédio do antigo Ipase, construído em 1949.

Eles destruíram o prédio, que era um patrimônio. Derrubaram de madrugada, quando todo mundo acordou tava quase tudo abaixo”, disse, em seguida explicando que no lugar foi construído uma escola, fruto de um convênio no valor de R$ 545 mil, inclusive para comprar equipamentos, mas que segundo ele “uma colher sequer foi comprada”.

“Para botar pra funcionar eu tive que mudar toda parte elétrica, está lá toda a documentação, tem fotos e vídeos, e quando botou água na caixa quase que inunda toda a escola”, explicou o prefeito Cláudio Chaves, em entrevista conduzida pelos jornalistas Paolloh Oliver e Alidiane Carlos.


Confira a entrevista:







Se Liga PB


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