OPINIÃO: Witzel, um ‘fraco atirador’





Se existe uma figura no cenário político nacional que está perdendo uma excelente oportunidade de se mostrar diferente do ‘mais do mesmo’ no desgastado e sórdido meio político, esse alguém é o governador do Rio Wilson Witzel.

Na precipitada, incoerente e desvairada busca por aparecer como 'presidenciável em 22', o governante carioca tem protagonizado episódios que o mostram como um ‘fraco atirador’. Não, você não leu errado. É ‘fraco’ e não ‘franco’ atirador. Vez por outra Witzel tenta se mostrar esperto demais, sabedor e bastante influente. Mas em todo momento dá com a cara contra os muros e revela facetas que lhe podem tirar apoios e principalmente votos. 

A última ‘meninice’ do governador foi a divulgação, em sua conta oficial no Twitter, de um vídeo no qual telefona ao presidente em exercício, com o viva voz ligado, e pede apoio do Governo Federal para conter estragos causados pela chuva. A quem Witzel queria 'se mostrar'? Ele quis mostrar 'intimidade com o Mourão'? Quem o orientou a tal 'pataquada'?

Witzel foi criticado tanto pelo presidente em exercício Hamilton Mourão, como por Jair Bolsonaro. Para Mourão, o governador “esqueceu da ética e da moral”. Já Bolsonaro disse: "Eu não gostaria que fizessem comigo, não interessa qual seja o assunto. O que se trata por telefone tem que ser reservado".

Witzel se faz inconfiável e altamente frágil de postura. É também atrapalhado e absurdamente mal orientado. Diria que o governador está cavando sua própria sepultura política. 


Ricardo Caco Pereira
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Foto: Cléber Mendes / Agência O Dia
  

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