Dalton Gadelha trata suplência de João como ‘especulação’, mas admite: “É uma tentação”

 O empresário Dalton Gadelha (Podemos) revelou, na noite desta segunda-feira (4), pretensões de disputar as eleições de 2026 e simpatia pela especulada possibilidade de figurar como suplente do ex-governador João Azevêdo (PSB), pré-candidato ao Senado. “É uma tentação”, admitiu Dalton, durante entrevista ao programa Hora H, da TV Norte.
 
Apesar das especulações, Gadelha garantiu que não tratou diretamente com João sobre o tema. “Tenho conversado com João sobre temas institucionais. Mas não houve convite”, disse o fundador e líder da Unifacisa e do Hospital Help.
 
Dalton ficou apto a disputar as eleições ao decidir se afastar da presidência da Fundação Pedro Américo e do ecossistema que congrega 38 empresas dos ramos de saúde, educação, cultura, esporte e energias renováveis.
 
“Me afastei para ficar apto, mas não especificamente para ser candidato a suplente. Para dar uma contribuição política, a Sousa e a Campina Grande, eu me afastei. Não significa que sou candidato, significa que estou apto”, diferenciou.
 
Atracão pela suplência de senador
“O cargo de suplente me atrai porque poderia dar uma contribuição nessas áreas que atuo, que seria plataforma minha eventual de senador. Eu não teria necessidade de me afastar dos meus negócios. Já que suplente de senador não é cargo, é função, e me daria oportunidade para estar num centro de decisões para debater”.
 
Desempenho da candidatura de Lucas em Campina Grande
“Campina adora votar nos candidatos dela. Outro fator é que a administração do município é desastrosa. Ele está muito mal avaliado na cidade. Isso tem favorecido o desenvolvimento político de Lucas, também ancorado pelo resultado administrativo do govenador João Azevêdo”.
 
Voto declarado em João e Lucas
“Eu tenho crença num candidato jovem, aberto e que trata todo muito bem. Eu acredito muito nisso. João acredita em progresso, em botar a máquina para funcionar, e isso é a minha música, é a música que eu toco”.
 
Conflitos jurídicos com Bruno Cunha Lima
“O Hospital Help se sente lesado. Eu não poderia dizer outra coisa. Vejo apropriação indébita sim. Procurei o próprio Cássio. Cássio disse: eu não consigo falar com ele. Não me surpreendeu. É o que todo mundo diz: que não consegue falar com ele”.

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FONTE:Heron Cid
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