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Defesa de Vorcaro nega estar negociando delação premiada do banqueiro

“A defesa de Daniel Vorcaro declara que são inverídicas as notícias relacionadas à iniciativa de trataticas de delação premiada de Daniel Vorcaro. Essa informação jamais partiu de qualquer dos advogados envolvidos no caso, e sua divulgação tem o único objetivo de prejudicar o exercício da defesa nesse momento sensível”, diz o comunicado enviado ao blog.

Dois advogados estiveram com Vorcaro no Presídio de Segurança Máxima de Brasília na última quarta-feira (11). Eles conversaram separadamente com o banqueiro e avaliam que neste momento, o foco da defesa é no julgamento que começa na sexta-feira (13) na Segunda Turma do STF.

O colegiado analisará no plenário virtual a decisão do ministro André Mendonça, relator do caso, que prendeu preventivamente Vorcaro no último dia 4 de março. Os magistrados terão até o dia 20 de março para registrar seu voto no sistema eletrônico da Corte.

Na noite desta quarta-feira (11), Toffoli se declarou suspeito e não vai participar do julgamento. O ministro era o relator do caso Master até fevereiro e deixou a função sob pressão, após revelar ser sócio de uma empresa que vendeu a fundos ligados a Vorcaro uma participação no Resort Tayayá.

O ministro também se declarou suspeito para analisar um pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara para investigar o caso Master

Toffoli alegou “motivo de foro íntimo”, sem detalhar as razões. O ministro Cristiano Zanin foi sorteado para analisar o pedido.

Vorcaro pede para advogados levarem livros

Durante o encontro com os advogados, Vorcaro pediu para que eles levassem livros para ele ler durante o período de detenção. Atualmente, o único livro na cela é um exemplar da Bíblia.

O banqueiro está passando pelo período de triagem no presídio de Brasília.

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FONTE:G1
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