O candidato ao Governo da Paraíba pelo Democracia Cristã, Pedro Coutinho, defendeu durante entrevista ao Café com Caco Podcast uma política de forte redução da carga tributária como estratégia para estimular o empreendedorismo, atrair investimentos e gerar empregos no Estado.
Empresário e professor licenciado em História, Pedro afirmou que sua proposta de governo está estruturada sobre dois pilares: empreendedorismo e segurança pública. Segundo ele, a Paraíba precisa voltar a colocar o desenvolvimento econômico no centro do debate eleitoral.
“O empreendedorismo, a livre iniciativa, e a outra coluna é a segurança pública”, afirmou.
Entre as principais propostas apresentadas pelo candidato está a criação de um programa de imposto zero para novos CNPJs. A medida, segundo Pedro, seria aplicada às empresas abertas a partir de 1º de janeiro de 2027, caso ele seja eleito governador.
“Tenho a coragem de dizer, vou zerar o imposto na Paraíba para os novos CNPJ abertos a partir do 1º de janeiro de 27, com a nossa posse como governador do Estado”, declarou.
Pedro afirmou ainda que a iniciativa teria como objetivo transformar a Paraíba em um destino mais atrativo para empreendedores de todo o país. “E aí atrair você que é empreendedor do país todo, você está convidado a investir na Paraíba a partir de janeiro do próximo ano e você vai ter o imposto zero, zerado, de acordo com a sua atividade.”
A proposta seria acompanhada pela criação de zonas de desenvolvimento econômico, levando em consideração as características de cada região paraibana. Pedro citou o turismo e a construção civil no Litoral, a caprinocultura no Cariri e a possibilidade de desenvolvimento de um polo têxtil na região.
Para o candidato, o Estado deve atuar como indutor do desenvolvimento sem sufocar quem produz. Ele também defendeu uma política voltada para a geração de empregos privados e para a liberdade econômica. “A gente precisa de emprego para a juventude”, afirmou.
Pedro também criticou o que considera um afastamento da classe política do debate econômico. “A classe política passou a adotar um sistema que discute política, mas não discute política econômica”, declarou.



